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PRODUTO INTERNO BRUTO

Em 2010, o PIB brasileiro variou 7,5% em relação a 2009. Beneficiado pela baixa base de comparação do ano anterior, o crescimento acumulado do PIB em 2010 é o mais elevado desde 1986 (também de 7,5%). Entre 2001 e 2010, o crescimento anual médio foi de 3,6%, acima do registrado na década anterior (1991-2000), quando o PIB a preços de mercado cresceu, em média, 2,6%.

Porém, a recuperação de crescimento pós-crise não foi sustentável e vimos o PIB e o PIB per capita se contraindo, estagnando o crescimento do país. Em junho de 2013 o grande temor foi a recessão técnica, quando o país viu o PIB recuar dois trimestres consecutivos. Mas o temor não se concretizou e a economia teve ume leve recuperação entre outubro e dezembro, crescendo 0,7% e fechou o ano com crescimento de 2,3%. Em valores correntes (em reais), a soma das riquezas produzidas em 2013 chegou a R$ 4,84 trilhões e o PIB per capita (por pessoa) atingiu R$ 24.065.

Segundo o IBGE, três setores avançaram e impactaram o crescimento do PIB em 2013, sendo que o destaque foi a agropecuária que cresceu 7% graças as safras recordes de grãos, fechando o ano com a maior taxa desde o início da série histórica em 1996. O destaque partiu da produção de soja (24,3%), de cana de açúcar (10%), de milho (13%) e de trigo (30,4%). Com isso a participação da agropecuária no PIB passou de 5,3% para 5,7%.

Na sequência, aparecem os serviços, com alta de 2%, e a indústria, que cresceu 1,3%, as maiores participações dos setores no PIB desde 2002. Em 2012, o avanço do PIB havia sido puxado pelo desempenho do setor de serviços, o único que, na ocasião, mostrou taxa positiva. A indústria passou a representear 24,9% da produção de riquezas, caindo 1,1%, enquanto o setor de serviços avançou para 69,4% da produção, alavancado pelo setor de serviços de informação (5,3%), seguido por transporte, armazenagem e correio (2,9%) e comércio (2,5%).

Quanto à demanda o principal destaque foram os investimentos, puxados pela formação bruta de capital fixo que teve crescimento de 6,3% devido ao aumento da produção interna de máquinas e equipamentos. O consumo das famílias teve o menor crescimento desde 2003, aumentando 2,3% em 2013, impactado pela inflação em alta. Por último, os gastos com administração pública aumentou 1,9%.

Em relação ao setor externo, as importações cresceram mais que o triplo das exportações, já que as compras de bens e serviços avançaram em 8,4%, enquanto as vendas externas tiveram expansão de apenas 2,5%


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